O enfoque passou a ser nas pessoas.Os aspectos organizacionais passaram a se concentrar no homem e seu grupo social.O movimento das relações humanas foi um esforço combinado dentre teoricos e prátios, para fazer os gerentes mais sensíveis às necessidades dos empregados.Isto veio como um resultado de circunstancias especiais que ocorreram durnte primeira metade do século XX.
A filosofia do humanismo industrial foi estbelecida por estudiosos que queriam provar que a produtivifade dos individuos depende do tratamento dado a eles.
A Psicologia Industrial
Munsterberg procurou combinar as habilidades dos empregados com as demandas de trabalho da organizaçao, para influenciar positivamente a atitude dos empregados em direção do seu trabalho e da sua organização ao mesmo tempo procurou entender o impacto das condições psicologicas sobre a produtividade dos funcionarios.
A psicologia de Munsterberg e a eficiencia industrial estavam diretamente relacionadas às propostas de Taylor e resumiam-se em tres pontos principais:
- o melhor homem possível: refere-se ao estudo de demandas de trabalho sobre as pessoas e a necessidade de identificação daquelas cujas habilidades mentais as fizeram mais adequadas para o trabalho que elas tinham que fazer.
- o melhor trabalho possivel: procurava determinar as condições psicologicas sob as quais os melhores e mais satisfatorios resultados poderiam ser obtidos de cada pessoa.
- o melhor resultado possível: necessidade de produção de influencias humanas que eram desejaveis aos interesses da organização.
- analise e adaptação do trabalhador ao trabalho;
- analise e adaptação do trabalho ao trabalhador;
Os estudos de Hawthorne
Os estudos de Hawthorne que se desenvolveram de 1924 a 1932, foram divididos em quatro fases ou experiencias:
Primeira fase-Os estudos da iluminação
Os trabalhadores de tres departamentos foram expostosa diferentes niveis de iluminação.Os pesquisadores descobriram que a produtividade crescia com o aumento da iluminação, mas nao numa razão tão direta, isto é, a eficiencia da rpodução nen sempre caía com uma diminuição da iluminação.
Em um segundo experimento, dois grupos de trabalhadores em quantidades iguais de membros, foram colocados em ambientes diferentes: um grupo sob iluminação variável.As diferenças de eficiencia de produção entre os grupos foram pequenas, de modo que nada se pôde afirmar sofre o efeito da iluminação na eficiencia do trabalho dos funcionarios.
O terceiro experimento foi levado a efeito com um grupo controlado de trabalhadores sob constante nível de iluminação e outro grupo sob uma série de mudanças cuidadosamente controladas no nivel de iluminação.A produtividade de ambos os grupos, de teste e de contole, cresceu com o aumento da iluminação ate se tora constante com o nivel de iluminação tambem tornando-se constante.Todavia a produtividade do grupo de teste continuava a crescer mesmo com a diminuição da iluminação ate ter ficado a luminosidade tão fraca que os trabalhadores protestaram dizndo que não podiam ver o que estavam fazendo.
Segunda Fase - Sala de montagem de relés
Começou em 1927. Foi criado um grupo de observação: cinco moças montavam os relés, enquanto uma sexta fornecia as peças para abastecer o trabalho. A sala de provas era separada do departamento (onde estava o grupo de controle) por uma divisão de madeira. O equipamento de trabalho era idêntico ao utilizado no departamento, apenas incluindo um plano inclinado com um contador de peças que marcava a produção em uma fita perfurada. A produção foi o índice de comparação entre o grupo experimental (sujeito a mudanças nas condições de trabalho) e o grupo controle (trabalho em condições constantes). O grupo experimental tinha um supervisor, como no grupo de controle, além de um observador que permanecia na sala. Elas foram convidadas para participar na pesquisa e esclarecidas quanto aos seus objetivos: determinar o efeito de certas mudanças nas condições de trabalho (período de descanso, lanches, redução no horário de trabalho etc.). Eram informadas dos resultados e as modificações eram antes submetidas a sua aprovação. A pesquisa foi dividida em 12 períodos.
Começou em 1927. Foi criado um grupo de observação: cinco moças montavam os relés, enquanto uma sexta fornecia as peças para abastecer o trabalho. A sala de provas era separada do departamento (onde estava o grupo de controle) por uma divisão de madeira. O equipamento de trabalho era idêntico ao utilizado no departamento, apenas incluindo um plano inclinado com um contador de peças que marcava a produção em uma fita perfurada. A produção foi o índice de comparação entre o grupo experimental (sujeito a mudanças nas condições de trabalho) e o grupo controle (trabalho em condições constantes). O grupo experimental tinha um supervisor, como no grupo de controle, além de um observador que permanecia na sala. Elas foram convidadas para participar na pesquisa e esclarecidas quanto aos seus objetivos: determinar o efeito de certas mudanças nas condições de trabalho (período de descanso, lanches, redução no horário de trabalho etc.). Eram informadas dos resultados e as modificações eram antes submetidas a sua aprovação. A pesquisa foi dividida em 12 períodos.
- 1° período: Durou duas semanas. Foi estabelecida a capacidade produtiva em condições normais de trabalho (2.400 unidades semanais por moça) que passou a ser comparada com os demais períodos.
- 2° período: Durou cinco semanas. O grupo experimental foi isolado na sala de provas, mantendo-se as condições e o horário de trabalho normais e medindo-se o ritmo de produção. Serviu para verificar o efeito da mudança de local de trabalho.
- 3° período: Modificou-se o sistema de pagamento. No grupo de controle havia o pagamento por tarefas em grupo. Os grupos eram numerosos (mais de cem moças), as variações de produção de cada moça eram diluídas na produção e não refletiam no salário individual. Separou-se o pagamento do grupo experimental e, como ele era pequeno, os esforços individuais repercutiam diretamente no salário. Esse período durou oito semanas. Verificou-se aumento de produção.
- 4° período: Início da introdução de mudanças no trabalho: um intervalo de cinco minutos de descanso no período da manhã e outro igual no período da tarde. Verificou-se novo aumento na produção.
- 5° período: Os intervalos de descanso foram aumentados para dez minutos cada, verificando-se novo aumento de produção.
- 6° período: Introduziu-se três intervalos de cinco minutos na manhã e três à tarde. A produção não aumentou e houve quebra no ritmo de trabalho.
- 7° período: Voltou-se a dois intervalos de dez minutos, em cada período, servindo-se um lanche leve. A produção aumentou novamente.
- 8° período: O grupo experimental passou a trabalhar até às 16h30min e não até às 17 horas, como o grupo de controle. Houve acentuado aumento na produção.
- 9° período: O grupo passou a trabalhar até às 16 horas. A produção permaneceu estacionária.
- 10° período: O grupo experimental voltou a trabalhar até às 17 horas. A produção aumentou bastante.
- 11° período: Estabeleceu-se a semana de cinco dias, com sábado livre. A produção diária do grupo experimental continuou a subir.
- 12° período: Voltou-se às mesmas condições do 3° período, tirando-se todos os benefícios dados, com a aceitação das moças. Esse período durou 12 semanas. Inesperadamente a produção atingiu um índice jamais alcançado anteriormente (3.000 unidades semanais por moça).
Terceira Fase - O programa de entrevistas
Os pesquisadores, fixados no estudo das relações humanas no trabalho, verificaram que, no grupo de controle, as moças consideravam humilhante a supervisão vigilante e constrangedora. Assim, em 1928 iniciou-se o Programa de Entrevistas (Interviewing Program) com os empregados para conhecer suas atitudes e sentimentos, ouvir suas opiniões quanto ao trabalho e tratamento que recebiam, bem como ouvir sugestões a respeito do treinamento dos supervisores. O programa obteve sucesso. Foi, então, criada a Divisão de Pesquisas Industriais para ampliar o Programa de Entrevistas. Entre 1928 e 1930 foram entrevistados cerca de 21.126 empregados. Em 1931 adotou-se a técnica da entrevista não diretiva, onde o operário pode falar livremente, sem que o entrevistador desvie o assunto ou tente impor um roteiro prévio. O Programa de Entrevista revelou a existência da Organização Informal dos Operários a fim de se protegerem das ameaças da Administração. Nela, os operários se mantêm unidos através de laços de lealdade.
Quarta Fase - Sala de montagem de terminais
Para analisar a relação entre a Organização Informal dos Operários e a Organização Formal da Fábrica, foi escolhido um grupo experimental para trabalhar em uma sala especial com condições de trabalho idênticas às do departamento. Um observador ficava dentro da sala e um entrevistador fora entrevistando o grupo. O sistema de pagamento era baseado na produção do grupo. O salário só poderia ser maior se a produção total aumentasse. O observador pôde notar que os operários dentro da sala usavam uma porção de artimanhas – logo que os operários montavam o que julgavam ser a sua produção normal, reduziam seu ritmo de trabalho. Os operários passaram a apresentar certa uniformidade de sentimentos e solidariedade grupal. O grupo desenvolveu métodos para assegurar suas atitudes, considerando delator o membro que prejudicasse algum companheiro e pressionando os mais rápidos para estabilizarem sua produção por meio de punições simbólicas.
Os pesquisadores, fixados no estudo das relações humanas no trabalho, verificaram que, no grupo de controle, as moças consideravam humilhante a supervisão vigilante e constrangedora. Assim, em 1928 iniciou-se o Programa de Entrevistas (Interviewing Program) com os empregados para conhecer suas atitudes e sentimentos, ouvir suas opiniões quanto ao trabalho e tratamento que recebiam, bem como ouvir sugestões a respeito do treinamento dos supervisores. O programa obteve sucesso. Foi, então, criada a Divisão de Pesquisas Industriais para ampliar o Programa de Entrevistas. Entre 1928 e 1930 foram entrevistados cerca de 21.126 empregados. Em 1931 adotou-se a técnica da entrevista não diretiva, onde o operário pode falar livremente, sem que o entrevistador desvie o assunto ou tente impor um roteiro prévio. O Programa de Entrevista revelou a existência da Organização Informal dos Operários a fim de se protegerem das ameaças da Administração. Nela, os operários se mantêm unidos através de laços de lealdade.
Quarta Fase - Sala de montagem de terminais
Para analisar a relação entre a Organização Informal dos Operários e a Organização Formal da Fábrica, foi escolhido um grupo experimental para trabalhar em uma sala especial com condições de trabalho idênticas às do departamento. Um observador ficava dentro da sala e um entrevistador fora entrevistando o grupo. O sistema de pagamento era baseado na produção do grupo. O salário só poderia ser maior se a produção total aumentasse. O observador pôde notar que os operários dentro da sala usavam uma porção de artimanhas – logo que os operários montavam o que julgavam ser a sua produção normal, reduziam seu ritmo de trabalho. Os operários passaram a apresentar certa uniformidade de sentimentos e solidariedade grupal. O grupo desenvolveu métodos para assegurar suas atitudes, considerando delator o membro que prejudicasse algum companheiro e pressionando os mais rápidos para estabilizarem sua produção por meio de punições simbólicas.
Conclusões da Experiência de Hawthorne
- Nível de Produção é Resultante da Integração Social
- Comportamento Social dos Empregados
- Recompensas e Sanções Sociais
- Grupos Informais
- Relações Humanas
- Importância do Conteúdo do Cargo
- Ênfase nos Aspectos Emocionais